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Perigos no consumo de telecomunicações eletrônicas por crianças e jovens – 26/09/2018


As crianças e jovens experimentam, hoje, um mundo estimulante e desafiador. Lidar com recursos materiais e virtuais, especialmente no consumo de comunicações eletrônicas, é uma realidade complexa, que tem alterado a rotina, os interesses e até mesmo o desenvolvimento cognitivo e socioemocional de nossas crianças e jovens.

 

De acordo com os últimos dados do Barómetro de Telecomunicações da Marktest, 83% das crianças entre os 10 e os 12 anos têm celular, número que passa para os 97% se considerarmos os jovens entre os 13 e os 17 anos. E o mais preocupante é o índice de 38% de crianças até 2 anos que possuem dispositivos. Os serviços mais usados são os vídeos online, redes sociais e mensagens instantâneas.

 

O aplicativo de mensagens mais utilizado, WhatsApp, reúne atualmente um bilhão de usuários por dia e elevou para 16 anos a idade mínima para sua utilização dentro da União Europeia, idade em que um menor pode autorizar sozinho a utilização de seus dados pessoais e, assim, acessar os serviços que solicitam esse tipo de informação.

 

Conteúdos inadequados na Internet estão facilmente acessíveis a crianças e jovens. Grooming online é o termo usado para definir a prática de aliciamento de menores, em rede, designadamente por meio de chats e de redes sociais. Hoje em dia, as crianças que navegam livremente na Internet estão fortemente expostas a esse risco. Jogos de desafios, como “A Baleia Azul” e, mais recentemente, “A Boneca Momo”, esta última acessada por meio do WatsApp, assombram crianças e jovens que não possuem maturidade para discernir por onde navegar.

 

Segundo a psicopedagoga do Liceu Albert Sabin – Educação Infantil e Ensino Fundamental para proteger as crianças e os jovens dos perigos reais do universo virtual é necessário que os pais estejam atentos. “Verifiquem à idade adequada para uso de equipamentos de telecomunicação, alertem seus filhos para o tipo de navegação que devem fazer e para os riscos que correm, definam as regras de utilização das redes sociais, estejam sempre atentos a mudanças de comportamento e saibam que é possível instalar softwares de filtragem, bloqueio e monitorização nos equipamentos usados”, comenta Solange Garcia.


 


Postada em 26/09/2018 por Rogéria Carla Gamba


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